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Clubes de Rotary de Ponta Grossa realizam ação conjunta - Aqueça seu coração com amor e empatia

Os clubes de Rotary de Ponta Grossa lançaram nesta quinta-feira (10), na sede da Fundação de Integração Rotária Albary Guimarães (FIRAG), a campanha Aqueça seu Coração com Amor e Empatia, com o objetivo de arrecadar alimentos e agasalhos que serão destinados para a Fundação de Assistência Social de Ponta Grossa (FASPG). Um dos idealizadores da campanha, Joaquim de Mira Junior, destacou que a ação, além de integrar todos os clubes da cidade, vai contribuir para auxiliar famílias que estão em situação de vulnerabilidade, principalmente devido à pandemia do coronavírus. “Poder ajudar quem mais precisa vem ao encontro do nosso ideal de servir. Pretendemos que essa campanha seja permanente em nossos clubes”, destacou.   As doações vão reforçar as doações da Fundação de Assistência Social. “Agradecemos pela colaboração”, disse a presidente da FASPG, Simone Kaminski de Oliveira. Dia D No dia 19 de junho, os clubes farão o Dia“ D” da campanha e voluntários estarão a postos em supermercados, na Fundação de Ação Rotária (FAR), na (FIRAG) e na sede da FASPG das 9 às 18 horas para receber as doações, nestes três últimos os locais no sistema drive-thru. Todos os locais de doação estarão sinalizados com banners. As doações podem ser feitas nos seguintes locais: Rua Comendador Miró, 306 (FAR), Rua Paula Xavier, 581, Vila Estrela (FIRAG) e Rua Joaquim Nabuco, 59, Centro (Centro de Ação Social), além de supermercados.

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Trem de junho: símbolo de despedida e gratidão

Mensagem para o mês de junho da Governadora do Distrito 4730 do Rotary International, Anaides Pimentel da Silva Orth Ele está chegando em ritmo de inverno e vem trocando o calor de sua caldeira conosco. Vem apitando no compasso da gratidão e entendendo que a última estação, não é o fim da jornada. Quem esteve nesse trem ao longo do ano rotário 20-21 sabe muito bem que os laços aqui criados não se desfazem ao final do trajeto. Ao final de um trajeto, abre espaço para um novo caminhar, com novas propostas, fundamentadas no aprendizado anterior. Nosso trem nos ensinou muito sobre resiliência aos tempos desafiadores  e a partir dessa compreensão tudo pôde ser feito. Nosso trem, ao longo deste ano, cantou com seu apito afinado, trazendo a todos nós o conforto e o acolhimento para que trabalhássemos em paz, com alegria e entusiasmo. Vamos agradecer.  No balanço da estrada, aprendemos também novas formas de gratidão. Não somente a que vem das palavras, mas também, as que vem do olhar e do coração.   JUNHO - Mês dos Grupos de Companheirismo em Rotary Neste mês, Grupos de Companheirismo unem rotarianos de diversas partes do mundo em torno de atividades de interesse comum, que promovem o companheirismo, um dos amálgamas da organização.  Nada é mais apropriado para promover a união, do que o sentimento de gratidão. E, é assim, que queremos agradecer. A nossa palavra, para sempre, será "Gratidão''. Então, sem citar nomes ou cargos,  sem elencar pessoas ou funções desempenhadas; Do maior dirigente ao mais humilde prestador de serviços; Do mais experiente à mais nova criança; De quem esteve mais próximo, a quem esteve mais distante; Queremos, agradecer, agradecer e agradecer. Penso que o Presidente Holger deve estar feliz. Em muitos Distritos ao redor do mundo, o sucesso rotário aconteceu.  Para nós, aqui no Distrito 4730, Rotary abriu oportunidades de trabalho, de aproximação, de companheirismo, de bem servir ao próximo e de bem amarmos uns aos outros.   Neste mês de junho, estamos nos reunindo para Agradecer e Despedir. Não despedirmos uns dos outros, mas sim de uma jornada onde estivemos de mãos dadas por um longo ano.   O trem que nos acompanhou ao longo desse tempo, agora, nos convida a descer. Também a ele, que foi o ícone de nossa viagem, gratidão! Ele nos levou com união e diversão a lugares de nossa alma que nos fizeram refletir e emocionar. Ele se despede e, em sua fumaça, vai apitando: gratidão — gratidão — gratidão… gratidão.  

Setenta e dois meses depois...

Mensagem para o mês de junho do Diretor de Rotary International 2019-21, Mário César Camargo     Este é o último artigo que escrevo na trajetória de 72 meses como líder sênior do Rotary, desde a assunção ao cargo de curador da Fundação Rotária, em julho de 2015. Em todas as funções designadas pelo Rotary, nenhuma delas fruto de solicitação, ensinei às vezes, aprendi sempre. Como presidente do Rotary Club de Santo André, aprendi a falar ao microfone, um dos terrores do ser humano. Como governador, aprendi a empatia, a capacidade de colocar-me no lugar dos menos afortunados. Como líder de capacitação, aprendi que escutar é um exercício mais difícil do que falar. Como curador, ensinaram-me a enxergar o Rotary como uma entidade global, que congrega raças, culturas e visões diferentes. Agora como diretor, fui orientado a defender as perspectivas da América do Sul, mas inseridas num contexto maior, mundial, no qual, em prol do bem da instituição, nem sempre nossos interesses regionais prevalecem. Compartilho com vocês algumas lições dos últimos 72 meses. Foi um período rico, desgastante, desafiador, gratificante, mas, sobretudo, uma experiência inesquecível para qualquer ser humano, rotariano ou não. Vejamos as lições:   O Rotary tem que se modernizar, flexibilizar-se, acompanhar os novos tempos. Paul Harris disse que temos que ser evolutivos, às vezes, revolucionários. A velocidade de mudança, principalmente em função da pandemia, foi exponencializada. Evidenciaram-se algumas deficiências do nosso processo de gestão, tradicional e custoso. Nossas conexões são pessoais, porém independem de manuais de procedimentos rígidos, punitivos, limitadores. Mais contribui quem participa de um evento de arrecadação, de uma campanha de vacinação, do que aquele que apenas mantém uma frequência irrepreensível sem qualquer engajamento. A métrica mudou, e o Rotary tem que mudar para manter-se relevante numa sociedade em que a mudança acelerada tornou-se a norma.   Nosso maior ativo são os associados. O maior desafio para o Rotary não será a erradicação da pólio, nem o combate à Covid-19, nem o estabelecimento de parcerias globais com entidades congêneres. Desde 1995 estagnado, nosso repto foi, é e continuará sendo a ampliação da base de rotarianos e rotarianas. O paradoxo é que somos altamente considerados pelos atores, os stakeholders, como falam os moderninhos. Governos, entidades não governamentais, empresas e a sociedade percebem o Rotary como um patrimônio da comunidade. Temos conexões com a juventude e apelamos aos grupos minoritários da sociedade. Nossa instituição tem uma credibilidade gigantesca, mas ainda assim não descolamos dos 52 mil rotarianos no Brasil e 20 mil na América do Sul espanhola. Como voluntários, temos que identificar diuturnamente novos convertidos à causa do Rotary.  O Rotary caminha para ser mais inclusivo e diverso. Para espelhar fidedignamente a sociedade em que vive, o Rotary tem que se abrir para grupos que assumem funções crescentes na comunidade. Percebemos a evolução do papel da mulher no mundo, mas tal percepção foi oficializada somente em 1989. Elas hoje representam um quarto do efetivo da nossa organização, e as admissões nas nossas áreas de atuação revelam que metade dos novos associados são mulheres. Recentemente, em 2019, admitimos que aos jovens caberá a condução dos destinos da instituição, com a elevação da importância do Rotaract – que, aliás, compartilha nossos valores, nossos programas, nosso entusiasmo por fazer o bem no mundo, e nossa noção de companheirismo e solidariedade. Mais recentemente, com o foco na diversidade, o nosso farol volta-se para a conscientização a respeito da inclusão das minorias, independentemente de raça, etnia e orientação sexual. Paralelamente a essa vertente de inclusão local, o Rotary, em seu âmbito global, também se torna mais diversificado com a crescente representatividade, no Conselho Diretor e nos comitês, de povos antes ausentes dos nossos fóruns de discussão.  O Rotary descobriu que sua capilaridade é fundamental para parceiros. No passado, encetávamos projetos de nossa lavra, sob o controle total dos rotarianos. Descobrimos, no entanto, que, aliados a parceiros com os mesmos valores e objetivos, alavancamos muito do impacto nas 37 mil comunidades com a presença de clubes. Essa foi a grande herança da luta global contra a pólio, o primeiro e até agora único projeto corporativo do Rotary. As muitas campanhas em escala continental – como os esforços Hepatite Zero e Corona Zero, além da parceria em evolução com o Unicef na América do Sul – demonstram que sozinhos vamos mais rápido, mas juntos vamos mais longe.    Perderei meu contato mensal com vocês, sentirei saudades, mesmo tendo participado de mais de 700 reuniões virtuais nesses 15 meses de pandemia. Agora voltar-me-ei para a procura de novos desafios profissionais, mais dedicação à família e ao meu querido clube, o Rotary Club de Santo André, minha alma mater.  Acima de tudo, um enorme obrigado a todos, do mais poderoso ao mais humilde, do mais próximo ao mais distante, que me ajudaram a conduzir os destinos do Rotary e da Fundação nos últimos 72 meses no Brasil e na América do Sul.  “A vida me ensinou a dizer adeus às pessoas que amo, sem tirá-las do meu coração.” Charlie Chaplin estava certo, vocês todos estarão sempre no meu coração.  Que Deus nos proteja nos caminhos futuros que a vida nos reserva.    P.S.: Abração especial aos curadores, governadores e coordenadores por me suportarem, nos dois sentidos da palavra. Vocês são os maiores responsáveis pelas realizações da gestão 2019-21. O que é um maestro sem uma ótima orquestra? Vocês executariam a Quinta Sinfonia de Beethoven sem mim, mas minha batuta nada alcançaria sem vocês. Gratidão eterna.

O ano em que o Rotary se reinventou

Mensagem para o mês de junho do Presidente de Rotary International 2020-21, Holger Knaack     Em janeiro de 2020, quando anunciei meu lema O Rotary Abre Oportunidades e falei das mudanças que a organização precisava abraçar, não tínhamos noção de como as coisas mudariam tão rapidamente. Há tempos que costumo ver os desafios como oportunidades e, neste ano, aproveitamos todas elas para reimaginarmos o Rotary. Por anos, falamos de como flexibilizar o Rotary e torná-lo mais adaptável, e até fizemos alguns experimentos. Neste ano, nós fomos o experimento e, modéstia à parte, tivemos sucesso! As reuniões on-line são agora rotineiras e os clubes recebem convidados de todo o mundo. Susanne e eu adoramos conhecer membros da família Rotary ao redor do mundo e, neste último ano, sentimos falta de ver todos como antes, presencialmente. Contudo, para mim, viajar o mundo virtualmente foi uma nova maneira de viver o Rotary! Conheci milhares de pessoas a mais do que teria conhecido de outra forma. Ainda não fui ao meu escritório em Evanston, na Sede Mundial do Rotary, depois que assumi a presidência, mas encontramos outras formas de trabalhar e cortamos custos com viagens. Este é o Rotary que vivenciamos em 2020-21: ágil, adaptável e criativo. Agora, é só seguir adiante e não voltar a ser como éramos antes da pandemia. Vamos aplicar o que aprendemos e oferecer experiências e oportunidades novas para nossos associados, como a normalização mais abrangente e regular da participação on-line. Para que nossos clubes continuem fortes, precisamos de um Rotary mais jovem e diversificado em todos os níveis. É certo que o termo diversidade assume significados diferentes conforme a região, mas eu incentivo todos a receberem de braços abertos pessoas de todas as origens. Outra coisa que podemos fazer é aumentar o número de mulheres e ampliar a sua atuação em todos os níveis e lugares. Estou contente em saber que muitos agora veem Rotary e Rotaract Clubs em pé de igualdade. Vamos continuar nesta direção, convidando os rotaractianos a participar de tudo o que fazemos. Não podemos desperdiçar nenhuma oportunidade de colaboração com esses jovens líderes; em vez disso, só temos a ganhar ao trabalhar com o Rotaract e explorar as nossas novas abordagens. Estou muito orgulhoso do trabalho que o Rotary tem feito no enfrentamento da covid-19, defendendo a distribuição justa de vacinas e combatendo a desinformação. Isso é muito bom, porém, não podemos desviar nossa atenção da pólio. Além disso, agora temos novas oportunidades de trabalho numa outra área de enfoque: o meio ambiente. O mundo de hoje é diferente daquele de quando eu anunciei o meu lema, O Rotary Abre Oportunidades, mas podemos nos orgulhar de como o Rotary se reinventou neste ano. Susanne e eu somos gratos por todas as oportunidades de servir à organização neste ano especial – um ano em que descobrimos um novo significado para Dar de Si Antes de Pensar em Si. Vemos o Rotary como uma comunidade de pessoas que colocam seus valores em prática. Nesses tempos atípicos, não resta dúvida de que devemos dar maior ênfase ao servir. Esta é a nossa chance de mostrar como nossos associados Dão de Si Antes de Pensar em Si. Há inúmeras oportunidades para mudarmos o mundo. Juntos, devemos aproveitá-las e abrir portas para coisas ainda maiores e mais ambiciosas. E, ao abrirmos as portas para novas ideias, nossa mente e coração também se abrem. Jamais nos esqueçamos de que tudo o que fazemos no Rotary abre uma oportunidade para alguém, em algum lugar do mundo.

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