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Na tarde deste domingo, dia 15 de agosto, em homenagem ao mês dos pais, o Rotary Club de Ponta Grossa Campos Gerais, proporcionou o Dia Feliz – Casa do Idoso Paraíso – foi uma ação em homenagem ao Escritor e Poeta pontagrossense Edmundo Schwab, que completaria mais uma aniversário, no dia 16 deste mês. Juntos com sua filha, a nossa Companheira Eliane Maria Schwab, e os senhores, passamos momentos de afeto e emoção.
Com o agravamento da crise econômica e social na Venezuela, o fluxo de cidadãos venezuelanos para o Brasil cresceu maciçamente nos últimos anos. Entre 2015 e 2019, o Brasil registrou mais de 178 mil solicitações de refúgio e de residência temporária.
A maioria dos migrantes entra no país pela fronteira norte do Brasil, no estado de Roraima, se concentrando nos municípios de Pacaraima e Boa Vista, capital do Estado.
A família Venezuela Nailibetht Carolina Valor Narvaez é um desses casos. Com a ajuda da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) ela conseguiu exílio no Brasil e na sequência conseguiu trazer todos os seus familiares.
Atualmente são 13 pessoas, entre elas 4 surdos e 6 crianças (1 a 15 anos), morando em uma casa alugada na cidade de Colombo.
Com a pandemia e crise financeira o desemprego apareceu para essa família e atualmente apenas uma pessoa está trabalhando para o sustento da casa.
A situação precária da família foi relatada pela sobrinha de uma funcionária sanepariana Juliana Leão ao Rotary Club Curitiba Corporativo Sanepar. E, portanto, foi movida uma ação emergencial que mobilizou saneparianos e parceiros para arrecadação de cestas básicas, produtos hortifrúti e 185 peças de roupas.
Com projetos humanitários no mundo todo, associados do Rotary ajudam comunidades, formam amizades e desenvolvem habilidades de liderança
O Rotary foi criado sobre as bases do companheirismo e do voluntariado, tendo como objetivo a transformação de vidas e comunidades para melhor. No mês do Desenvolvimento do Quadro Associativo (DQA), é importante lembrar como cada rotariano e rotariana aumentam o alcance e impacto dos projetos humanitários.
São cerca de 1,2 milhão de associados do Rotary no mundo inteiro, em aproximadamente 35 mil Rotary Clubs. Desde 2019, a instituição assumiu um compromisso para promover diversidade, equidade e inclusão, focando especialmente nas mulheres e jovens. Esse compromisso levou o Rotary a flexibilizar formatos de clubes - além do tradicional, agora existem também clubes satélites, e-clubs, corporativos, entre outros - e reuniões, que podem acontecer de modo presencial, híbrido, virtual ou alternar dependendo da necessidade dos associados. E é essa diversidade e união de talentos que fortalecem as atividades voluntárias do Rotary em escala internacional.
Fazer parte dessa rede global é uma experiência única. Para celebrar o mês do DQA, a equipe do Distrito 4730* conversou com os responsáveis pelas estratégias dos três clubes com maior crescimento em 2020-21 e pedimos para eles selecionarem cinco razões que motivam alguém a fazer parte do Rotary. Conheça:
Oportunidade de fazer projetos e conhecer sua comunidade
No Rotary, cada associado é parte essencial na execução de projetos humanitários, contribuindo com seus conhecimentos e habilidades. Desde ações pequenas a iniciativas de grande impacto, o trabalho voluntário do Rotary se dedica a ajudar o próximo e transformar a vida nas comunidades locais ou internacionais. Para Maria Aparecida, presidente 2020-21 do Rotary Club Afonso Pena, essa é a primeira razão para alguém participar do Rotary. “Principalmente nesses tempos difíceis, a motivação deve ser ajudar nossa comunidade, o meio em que vivemos”, comenta.
Os projetos humanitários do Rotary atuam em sete áreas de enfoque: saúde materno-infantil; desenvolvimento econômico e comunitário; paz e resolução de conflitos; educação e alfabetização; prevenção e tratamento de doenças; água e saneamento; e meio ambiente. Maria Aparecida lembra que essas ações não acontecem sozinhas, os clubes precisam de parceiros para ter um alcance maior. Presidente 2021-22 da comissão de DQA no Rotary Club Ópera de Arame, Cecília Brunor Lagocki afirma que é preciso tirar ou diminuir a percepção de que os projetos rotários são mirabolantes. “Nosso trabalho voluntário é construído a partir de coisas que todos podem desenvolver, com tarefas focadas nos seus gostos e habilidades”, explica.
Com mais pessoas, é possível realizar uma quantidade maior de ações, além de diversificar os projetos. Marcelo Possani, presidente 2021-22 do Rotary Club Sítio Cercado, acredita que essa atuação conjunta para ajudar o próximo é fundamental para o Rotary. “É o que nos diferencia de outras instituições e, quando você faz parte disso, ganha também uma paz espiritual. Você pode dormir sabendo que está se dedicando e pensando em como ajudar outras pessoas”, descreve.
Fortalecer amizades, criar novos laços e companheirismo
“Uma das maiores razões para ser rotariano é o companheirismo. Criamos uma segunda família com os companheiros do nosso clube, são amigos que levamos para a vida”, relata Maria Aparecida. A união para atuar em prol da comunidade aproxima os rotarianos e proporciona o fortalecimento de laços já existentes, assim como a formação de novas amizades.
Marcelo Possani acredita que esse é, inclusive, um dos segredos para conquistar novos associados. “No meu clube, nosso foco ao convidar alguém para conhecer o Rotary é chamar novos amigos para participar do mesmo ideal. Se ele vai se tornar um associado ou apenas participar de algumas ações como voluntário, é uma questão para depois”, conta.
Sob o mesmo ponto de vista, Cecília Brunor acrescenta que os clubes precisam sempre estar em sintonia com seus associados: “não tem crescimento sem retenção. É necessário fazer as pessoas se sentirem bem, acolhidas, parte da família rotária”.
Diversidade, equidade e inclusão: compromisso rotário
Diversidade é a chave para o futuro do Rotary e um compromisso assumido pela instituição em nível internacional. Ser rotariano ou rotariana significa também integrar esse grupo diverso, conhecer pessoas de várias faixas etárias, culturas, gêneros e etnias. Além disso, o Rotary procura valorizar os talentos únicos de cada associado, o que se reflete numa grande diversidade de profissões dentro da instituição.
Nos últimos anos, o Rotary incentiva principalmente estratégias de inclusão de mulheres e jovens em cargos de liderança na instituição. A instituição também entende a necessidade de adaptação e flexibilidade dos modelos tradicionais de clubes, a partir disso desenvolvendo diversas novas modalidades. Para Cecília Brunor, o principal é que os rotarianos tenham perfil dedicado ao voluntariado e estejam dispostos a trabalhar na sua comunidade local. “No meu clube, focamos na inclusão dessas pessoas, direcionando para áreas que sabemos que vão gostar. Buscamos pessoas mais jovens, com ideias novas e diferentes, queremos ouvir essas pessoas e o que podem acrescentar aos nossos projetos”, diz.
Marcelo Possani explica que seu clube está atento às necessidades dos seus associados e já planeja adaptações no formato de reunião. No momento, todas as reuniões acontecem virtualmente devido a pandemia de covid-19. O clube pretende mesclar este modelo com o antigo formato presencial, quando houver o retorno das atividades no “novo normal”. Dessa forma, os associados pretendem superar a dificuldade de tempo e distância para participar das reuniões. “Nós identificamos e procuramos por profissões para complementar e diversificar nosso quadro associativo, mas muitos convidados tinham dificuldades de tempo ou deslocamento. Com o novo formato, a reunião presencial seria apenas uma vez por mês, facilitando a integração de todos os rotarianos”, relata.
Desenvolvimento de liderança
Todos os associados em Rotary executam papéis de liderança em algum momento. A instituição incentiva e auxilia rotarianos na elaboração e execução de projetos humanitários, desenvolvendo assim habilidades de liderança. Por meio do voluntariado, os rotarianos aprendem a desenvolver suas habilidades pessoais e profissionais. “A transformação pessoal também é uma grande razão para ser rotariano. Aprendemos a trabalhar em equipe, a dividir e a ouvir o outro. E, acima de tudo, aprendemos como nos tornar um ser humano melhor”, afirma Maria Aparecida.
Segundo a presidente 2020-21 do clube Afonso Pena, esse é um dos motivos pelo qual seu clube busca a valorização profissional dos associados, por meio de palestras e ações especiais em datas comemorativas. “Principalmente durante a pandemia, foi muito importante mostrar o valor dessas relações de trabalho, porque é algo que motiva as pessoas a participarem mais dos projetos rotários”, acrescenta.
Networking ético e confiável
Fazer parte de um grupo diverso, internacional, que valoriza serviços profissionais e atua pelo bem de comunidades pode ser resumido como: integrar uma extensa rede de networking global. Assim como as amizades no Rotary são duradouras, os contatos profissionais também são. Segundo Marcelo Pessoni, ao participar do Rotary o networking aumenta de maneira impressionante e a maior vantagem é que se pode confiar nas pessoas. “E quando você faz parte de um clube, esses benefícios também se estendem para sua família. Por exemplo, se você tem um filho, pode pensar em inscrever ele em um dos programas de intercâmbio ou clubes da família rotária, porque sabe que é uma comunidade segura e honesta”, comenta.
Maria Aparecida concorda que esta é uma das maiores razões para se tornar um rotariano, porque a pessoa passa a “pertencer à maior ordem de voluntários do mundo, com a credibilidade que tem o Rotary”.
Como participar
Quer se juntar ao Rotary e ajudar a transformar vidas? Encontre o Rotary Club mais próximo usando o Localizador de Clubes ou entre em contato conosco por meio das nossas redes sociais (@rotary4730).
Também existem outras formas de ajudar sua comunidade local em parceria com o Rotary. Saiba mais em: Envolva-se | Rotary
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* O Distrito 4730 é composto pela região de Curitiba e Região Metropolitana, Litoral e Campos Gerais do Estado do Paraná.
Os acolchoados foram entregues na Casa da Acolhida no dia 11 de agosto de 2021 pelo companheiro Celso Emílio Oliveira. A casa está localizada na Vila Vicentina desde 2002, a isntituição foi fundada em 1947, sendo uma casa de passagem para pessoas em situação de rua. Em média são atendidas 170 pessoas que são encaminhadas pelo Creas/POP/Creas Acolher Rodoviári. A casa oferece 4 refeições, hospedagem, banho, roupas e produtos de higiene. Além disso possui projetos como salão de beleza, leitura (mini-biblioteca) e oficinas dinâmica. A finalidade é assegurar atendimento individual e em grupos com atividades direcionadas para o desenvolvimento de sociabilidade, na perspectiva de fortalecimento dos vínculos familiarese interpessoais que oportunizem a construção de novos projetos de vid, assim como, a inserção social deste usuário atrvés da garantia de seus direitos sociais.
O Agosto Dourado, criado em 2017 pela Sociedade Brasileira de Pediatria, assim como a Semana Mundial do Aleitamento Materno (SMAM), que ocorre na primeira semana de agosto em mais de 150 países, são campanhas de incentivo à amamentação. A cor dourada simboliza o leite materno considerado “padrão ouro” da alimentação, por ser o alimento mais completo para o bebê fornecendo tudo que ele precisa para se desenvolver de forma saudável até os seis meses de vida.
A Organização Mundial da Saúde recomenda que este seja o único alimento da criança até os seis meses de idade e que a amamentação seja mantida de forma complementar até os dois anos ou mais.
Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria, crianças amamentadas têm menos alergias e infecções, menores chances de desenvolver obesidade e diabetes tipo 2 e melhor desempenho em testes de inteligência. A saúde da mãe também é beneficiada pela amamentação. Para cada ano que a mulher amamenta, o risco de desenvolver câncer de mama reduz em 6%. Além das questões de saúde, a amamentação fortalece o vínculo afetivo entre mãe e filho.
A saúde materno infantil é uma das áreas de enfoque do Rotary e em todo o mundo são realizadas campanhas, eventos e palestras de conscientização sobre a importância da amamentação, além de projetos de arrecadação de frascos para doação de leite humano e até mesmo a implementação de Bancos de Leite. Os clubes de Rotary e Rotaract de Concórdia-SC, em parceria com a Fundação Rotária implantaram em 2019 o Banco de Leite Humano (BLH) no Hospital São Francisco que atende a 15 cidades da região. Foram adquiridos equipamentos necessários para garantir um leite seguro, como pasteurizadores, laboratório equipado, além de berços e salas adequadas para as mães doarem seu leite.
Em Curitiba, o Rotary também apoiou a criação do Banco de Leite do Hospital do Trabalhador com a doação dos equipamentos. Os investimentos totalizaram 40 mil dólares. O hospital atende cerca de 250 a 300 bebês internados na UTI neonatal por ano com o banco de leite.
Da mesma forma recursos advindos da Fundação Rotária foram utilizados na instalação de um Banco de Leite no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, que recebeu 90 mil dólares em equipamentos.
No Brasil o aleitamento materno é um direito previsto pelo Estatuto da Criança e do Adolescente. A CLT garante às lactantes que retornam ao trabalho intervalos e um local adequado para amamentação e mesmo as mães encarceradas têm direito a alimentar o seu filho no peito. Também é um direito amamentar em local público ou privado sem sofrer qualquer impedimento e nenhuma mãe pode ser constrangida por alimentar seu filho, sob pena de multa.
Amamentação é amor, mas também muito trabalho
Amamentar nem sempre é uma tarefa fácil, principalmente no início, momento de aprendizagem para mãe e filho. Se a “pega” não for correta podem ocorrer fissuras nos mamilos, dores e incômodos. E mesmo quando tudo corre bem, a entrega da mulher é enorme, uma responsabilidade difícil de ser dividida com o pai, a avó ou outro cuidador. Mas a rede de apoio pode ajudar esta mãe, encorajando-a, auxiliando em outras tarefas e garantindo à nutriz mais horas de sono, boa alimentação e tranquilidade. Fazer a extração do leite e deixar que outra pessoa ofereça ao bebê em alguns momentos também pode garantir um período de descanso para a mãe, assim ela pode se sentir motivada a continuar amamentando.
“Amamentei meu primeiro filho até os 9 meses e a segunda até 1 ano e 3 meses. Nos dois casos exclusivamente e em livre demanda até os seis meses de idade. O aleitamento foi uma fase muito importante para fortalecer o vínculo com meus filhos, momentos que deixaram memórias maravilhosas, de muita intimidade, de ‘olhos nos olhos’, afetividade, em que eu sentia que realmente oferecia o meu melhor. Como minha produção excedia à quantidade de leite necessária aos meus bebês, ainda tive o privilégio de fazer doação ao Banco de Leite Humano do Hospital de Clínicas da UFPR e ajudar na nutrição de recém-nascidos, principalmente prematuros, cujas mães estavam impossibilitadas de amamentar. Através do leite materno o que se oferece é mais do que alimento, nutrição e anticorpos: é afeto, é amor!”
Marcele Minozzo é mãe do Bernardo e da Stella, Arte-educadora, Doutoranda em Design e Presidente do Rotary Club Satélite de Curitiba Norte Inspiração
O Dia do Amigo, surgiu na Argentina, em Buenos Aires. Desde 1999 esta data é comemorada oficialmente pelo país no dia 20 de julho.
O Dia do amigo foi criado por um argentino chamado Enrique Ernesto Febbraro, que considerou a chegada do homem até a Lua como uma forma de símbolo única entre os seres humanos. Esta conquista significou para ele que, se o homem podia chegar até a Lua, os povos do mundo podiam viver em igualdade.
Além disso, qualquer tipo de desafio poderia ser superado com facilidade. Através de diversas campanhas de divulgação, Febbraro aos poucos fez com que o Dia do Amigo e o dia Internacional da Amizade fossem disseminados ao redor do mundo.
Mais que amigos, em #Rotary somos companheiros com um objetivo claro: o de tornar o mundo cada vez melhor.
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